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Fui!
À partir de hoje, o Salto Agulha funciona em novo endereço.
Muito mais chiquér-rér-rér-ri-mo que este.
http://saltoagulha-k.blogspot.com
(Sigam-me os bons!)

Finalmente (aleluia!) o Salto Agulha ganhou uma lista de favoritos. Agora, logo abaixo do menu de Categorias, vocês encontram alguns dos meus blogs e links prediletos. Com certeza já devo ter meniconado alguns deles, mas vamos às devidas apresentações e em seguida é só conferir e espalhar a novidade.
A Sara Mello é uma ilustradora de mão cheia, estranho apenas o fato de nunca ter ouvido falar dela em mídias "maiores". Um talento raro. O Loser talvez seja o melhor em estilo non sense que já encontrei entre os blogs atuais. Um exemplo bem sucedido de criatividade surreal.
Sou suspeita para falar do Blog da Gabi mas garanto que vocês vão se tornar leitores assíduos, assim como eu. Atentem para as fotos em slides. O Lambe-lambe é simplesmente um luxo. Total e absoluto. Me mordo de inveja das magníficas fotos. O blog do Zeca Camargo é um delicioso coquetel de informação e sensações. É o Zeca! Isso resume tudo. Já o Jornal das Pequenas Coisas me fez rever meus conceitos de sensibilidade!
Aos links! O Salto Agulha no Orkut, obviamente é a comunidade deste blog no site de relacionamentos. Você lê este blog? Gosta dele? Tem Orkut? Pôxa, então o que custa adicionar mais essa comunidade entre a sua lista de mais de cem?! Vai lá - use e abuse!
O mecanismo de mapas do Google Maps é extraordinário! Mas não entre caso você tenha mania de perseguição. Estão vendo sua casa lá do espaço! E por fim: minha mais recente perdição, o Logiké Riddle - dispensa explicações. Vide post abaixo.
"Antes de começar com isso, eu tinha vida própria. Cuidava da minha filha, dava atenção pro meu marido e até tomava banho. Aí, encontrei um amigo e ele me apresentou a brincadeira. No começo foi fácil e eu pensei: "que mal tem isso? Quando eu não quiser mais, eu paro". No primeiro dia, foi só curtição. Quando eu comecei a perder o controle das coisas, dei um tempo.
No segundo dia, tentei de novo e então percebi que precisava de uma dose muito maior. Minha cabeça doía, meus dedos formigavam, já não sentia mais minhas pernas. Quase esqueci de buscar minha filha na escola. Mas era mais forte que eu... eu simplesmente não consegui parar! E hoje já estou completamente dependente. Eu era feliz e não sabia!"
Estou completamente viciada num jogo novo que conheci há três dias. Antes que você também se entregue à fraqueza, já vou avisar que é coisa de maluco. O Logiké Riddle é um jogo de enigmas que você resolve com lógica e muita pesquisa. Mas bote lógica e pesquisa nisso. Deliciosamente viciante.
O jogo tem quarenta etapas. Ontem, consegui chegar à décima primeira. Você encontra o jogo neste endereço: http://www.logike.kit.net/index.htm, onde o louco que inventou a brincadeira também dá algumas dicas sobre como jogar e resolver os mistérios. O jogo é sem dúvida um sucesso. A comunidade do Logiké no Orkut (http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=19181733) já tem quase 600 membros - e é também um bom lugar para encontrar valiosas dicas.
Mas, precisamos nos unir! Caso você também enlouqueça com a jogatina e se perca entre tanta lógica, é só avisar. Conheço o inventor da brincadeira. Qualquer coisa a gente se junta e dá umas pancadas merecidas no pilantra. Experimente e me conte.
O artigo de hoje, foi publicado na coluna Mais (Jornal Agora), no dia 17 de março. E sem dúvida nenhuma é uma ótima dica de DVD. Caso você prefira, a obra também tem uma versão literária homônima que deu origem ao filme. Sozinha ou acompanhada, você já tem programa para este final de semana caso fique em casa. Aprecie!

O belo romance de hoje, pode dispensar demais companhias para ser assistido sem que isso prejudique a doce atmosfera proposta pelo roteiro. Mas faça um favor a si mesmo: assista-o em momentos de recomeço. Sob o Sol da Toscana (2003) é o filme ideal para esses instantes em que a vida nos pede sem nenhuma cerimônia para arregaçar as mangas e tomar as rédeas de nossa própria história.
Baseado em fatos reais, a obra cinematográfica é uma adaptação do livro de memórias da americana Frances Mayes, que após o final de seu primeiro casamento resolve realizar o antigo sonho de mudar-se para a região da Toscana. E é na belíssima região italiana que a escritora tenta juntar seus cacos. Até aqui já existiriam ingredientes suficientes para a agridoce mistura que é esse “divertido drama” romântico – se é que podemos chamá-lo assim. Mas lembre-se que estamos falando de mulheres ressentidas e do intenso país dos bons queijos e vinhos. Portanto, há mais!
Quando chega ao seu novo destino, Mayes (Diane Lane) descobre que há muito além do que ela supunha para ser reconstruído. A propriedade comprada por ela está tão abandonada e caindo aos pedaços quanto seu próprio espírito. Começa então uma custosa empreitada onde, além de derrubar paredes velhas, a estrangeira deverá também abrir as janelas da própria alma. Tijolos ruídos e janelas emperradas. Tão difícil uma tarefa quanto à outra.
Aos poucos, Frances se habitua à nova rotina de canos e latas de tintas espalhadas pelo chão e acaba deixando à mostra também as pequenas frestas íntimas que tanto tentamos esconder dos outros e de nós mesmos. Uma vez superada a dificuldade inicial de se aceitar vulnerável, Mayes começa a interagir de forma rica com os outros habitantes da região. À medida que os laços são estreitados, a escritora consegue reconstruir sua casa e sua própria vida.
A personagem central é dor e alegria. Emotividade e força. Some a isso, a região italiana da Toscana. Um dos lugares mais calorosos da Europa, onde as extensas parreiras verdes dividem a cena com os típicos pátios de cor adamascada. A culinária com seus mil sabores regados a azeites e vinhos especiais. A arte de Da Vinci e Michelangelo saindo de Florença – a capital Toscana, para o mundo.
Sob o Sol da Toscana é um prato cheio, me arrisco a dizer “cheio” à moda italiana – transbordante e convidativo – para superar os doloridos tombos que às vezes sofremos. Bom apetite!
Ficha Técnica: Sob o Sol da Toscana (2003); Audrey Wells (EUA).
Gênero: Drama
Outras obras de Audrey Wells: George – O Rei da Floresta (1997), Duas Vidas (2000), Dança Comigo (2004), Daddy’s Little Girl (2007); entre outros roteiros.
Mais Sob o Sol da Toscana: Frances Mayes, além de escritora é também professora, poeta e gastrônoma reconhecida nos Estados Unidos. A obra literária que deu origem ao filme foi best seller nos Estados Unidos. No cinema, recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de melhor atriz pela atuação de Diane Lane.
Está certo. Ando meio ausente com todos vocês. É que estou num daqueles períodos de "lua minguante" onde tudo acontece de uma só vez, ao mesmo tempo em que nada vai pra frente. Sabem como é?
Estou muito insatisfeita com esse blog, porque acho que poderia fazer muito mais e no entanto me faltam ferramentas. Tenho pesquisado diversas alternativas mas por enquanto nada me agradou muito.
Minha furacão teve uma semana de cão com febres altas e dores inexplicáveis. Vários exames estão sendo feitos e por enquanto o diagnóstico é "virose" - meno male. Hoje em dia é assim: até os quinze anos essas enfermidades sem pé nem cabeça são viroses, depois disso, viram stress. Males da vida moderna.
A única coisa boa foi ter recebido a visita dos meus avós maternos há alguns dias. Mas como a lua minguante não deixa barato, foram embora antes do previsto. Perdi no buraco, destendi um músculo na academia, choveu quando eu fui nadar.
Faz parte do pacote. Assim como a lua, também tenho minhas fases.